TOSHIBA LED LIGHTING

Nota

Toshiba Red Os fundamentos de Qualidade e Integridade

A TOSHIBA ilumina o mundo utilizando as mais avançadas tecnologias de iluminação e está pronta para atender das demandas de como vivemos e como trabalhamos. Com mais de 125 anos de experiência em iluminação e vasto conhecimento de eletrônica e semicondutores, a TOSHIBA é especialmente qualificada para criar produtos de iluminação à LED de qualidade superior. A TOSHIBA está 100% focada em iluminação a LED e comprometida em oferecer produtos com alta qualidade de engenharia, serviços sem comparação e cinco anos de garantia. TOSHIBA é uma marca em que você pode confiar.

Iluminando o caminho do futuro

A TOSHIBA está contribuindo com a Environmental 2050 Vision, alterando completamente a noção de iluminação “descartável”. Os produtos de iluminação da TOSHIBA duram até 25 vezes mais que as tradicionais lâmpadas incandescentes e halogenas. As lâmpadas da TOSHIBA são produzidas utilizando materiais reciclados e recicláveis e consomem até 85% menos energia comparados com as tradicionais lâmpadas. A TOSHIBA deixou para trás as antiquadas tecnologias de iluminação e orienta-se ao futuro com iluminação de alta qualidade que ajuda a assegurar um amanhã brilhante.

Amplitude e Profundidade

A TOSHIBA com sua linha de produtos, auxilia o desenvolvimento de estudos de iluminação que atendam os específicos requisitos dos clientes, quer seja para aplicações comerciais ou de arquitetura. Com uma grande variedade de lâmpadas de LED e luminárias que atingem os mais altos padrões de eficiência e funcionalidade, a TOSHIBA está comprometida com esta proeminente tecnologia, aliada à uma estética ímpar. A correta iluminação para sua aplicação. É isto que a TOSHIBA faz.

A lendária qualidade

A TOSHIBA tem grande orgulho em sua reputação de altos padrões de qualidade, confiabilidade e inovação em produtos. A tecnologia da TOSHIBA carrega essa tradição de performance e eficiência na iluminação LED. Assim, essa mesma empresa que é conhecida mundialmente por produzir laptops de qualidade, televisores e outros produtos eletrônicos, será também conhecida pela alta qualidade da iluminação à LED. A TOSHIBA está dedicando 100% de seus esforços para a tecnologia LED e este compromisso combinado com sua expertise está mudando a maneira com que entendemos a iluminação.

A i9lux

Nota

Quem Somos

i9lux

A inovelux foi criada em 2010 e é uma empresa administrada por pessoas com “espirito” e vocação para a inovação aplicada em soluções de qualidade que protejam o investimento do cliente.

NOSSOS VALORES

  • Ética nos negócios;
  • Correto atendimento às demandas e requisitos do cliente;
  • Preservação do investimento do cliente;
  • Respeito e proteção ao meio ambiente;
  • Utilização de tecnologia como meio para a realização de objetivos do cliente e não como um fim.

VISÃO DA INOVELUX SOBRE A ILUMINAÇÃO

  • Excelência no atendimento das demandas de iluminação;
  • Redução drástica no consumo de energia demandada pela iluminação;
  • Redução dos custos de manutenção (administração e operacionais) com a adoção e integração de novas tecnologias de comunicação e controle em iluminação;
  • Geração de Créditos de Carbono;
  • Compromisso com o meio ambiente e a sustentabilidade do planeta.

NOSSA MISSÃO

Centramo-nos na comercialização de produtos, serviços e soluções inovadoras em iluminação, que aliem além da funcionalidade, beleza em seu design, racionalidade e eficiência no consumo de energia, qualidade e durabilidade e que tenham como compromisso final a responsabilidade com o meio ambiente.

NOSSA ESTRATÉGIA

Oferecer produtos, projetos e soluções de iluminação que permitam:

  • Identificação de produtos de iluminação à LED que atendam os requisitos, normas técnicas e/ou as necessidades específicas do cliente;
  • Produtos de alta qualidade que não requeiram manutenção – com ampla garantia de utilização;
  • Serviços de análise, estudo e avaliação de custo/benefício na adoção de soluções de eficiência energética – elaboração de relatórios específicos de eficiência energética e de aderência à padrões de sustentabilidade ambiental;
  • Projetos e estudos luminotécnicos para amparar a melhor escolha de produtos e sua aplicação de maneira a maximizar os investimentos do cliente;
  • Desenvolvimento e implementação de projetos de telegestão e automação/controle de iluminação.

Comercializar produtos e serviços para as seguintes aplicações:

  • Iluminação Urbana e Pública: Rodovias, Avenidas, Ruas, etc.;
  • Iluminação de Área: Parques, Escolas, Clubes, etc.;
  • Iluminação de Destaque em edificações: Fachadas de Edifícios, Monumentos, Obras Arquitetônicas (Pontes, Viadutos, etc.);
  • Iluminação Esportiva: Quadras e Campos de Esporte;
  • Iluminação Industrial: High-Bay e Low-Bay, ambientes com requisitos específicos de segurança: refinarias, indústrias químicas, etc.;
  • Iluminação Comercial, Teatral, etc.;
  • Iluminação Residencial;
  • Iluminação Marítima – em terra e em embarcações de todos os portes;
  • Iluminação integrada em plataforma de “SMART CITY”.
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Cidades inteligentes e a telegestão da iluminação pública

Nota

Elaborado por Enio Neves Ago/2012

No primeiro capítulo do recém lançado livro “Cidades Sustentáveis, Cidades Eficientes” dos arquitetos Carlos Leite e Juliana di Césare Marques, os autores consideram que o século 19 foi o século dos impérios, o século 20 foi o das nações e o século 21 será o das cidades e que as megacidades são o futuro do Planeta Urbano e devem ser vistas como oportunidades e não como um problema.

De fato, as concentrações e a escala de elementos e valores dos grandes centros urbanos trazem um menor consumo de energia per capita porém tem potencial para serem mais eficientes e sustentáveis. Assim devemos estar atentos às enormes perspectivas de aplicação dos avanços tecnológicos, de tecnologias verdes para a implementação da excelência na gestão eficiente dos recursos e sistemas urbanos. Com perspectiva de crescimento da população mundial nos centros urbanos, à taxa de 250.000 pessoas por dia, mais de 3 bilhões de pessoas estarão vivendo em novas cidades, ou áreas urbanas que serão estendidas ou renovadas até o ano de 2050.

Assim há uma incrível pressão pública e urgência para a adoção de planejamento e sistemas de gestão e operação das megacidades transformando-as em “cidades inteligentes e sustentáveis”. A gestão política, a sociedade e a iniciativa privada tem papel fundamental no direcionamento de soluções tecnológicas para que de forma racional e eficiente tenha-se em prática o planejamento e controle da expansão urbana de residências, edifícios, indústria, comércio, serviços, consumo de energia elétrica, o uso racional de água, saneamento, expansão dos meios de comunicação: voz, vídeo e dados, além de melhorias nos campos da saúde, educação, cultura e esportes.

Segundo o relatório da Pike Research de 2011, estima-se que até 2020, serão investidos em infraestrutura para as cidades inteligentes um total de US$ 108 bilhões. Na Europa, foi anunciado em Julho de 2012, pela organização European Union Smart Cities & Communities Innovation Partnership, um fundo com alocação de €365 milhões, destinados exclusivamente para projetos em 2013, focados em sistemas de alta eficiência para aquecimento e refrigeração, medidores inteligentes, gerenciamento de energia em tempo real e soluções para o desenvolvimento de edifícios e condomínios com o conceito de “uso zero de energia”.

Especificamente no que tange a geração e consumo de energia elétrica, observamos hoje, que a matriz de energia elétrica para as cidades é basicamente a mesma desenvolvida há 100 anos atrás. É um fluxo unidirecional onde tem-se a fonte de geração de energia, transmissão, distribuição e entrega da energia para o consumidor.

Com o crescimento desenfreado e não planejado dos grandes centros urbanos, aumentaram-se os riscos e falhas operacionais nesse processo de gerenciamento e controle dessa matriz acarretando inúmeros impactos (variações de tensão e corrente, interrupções na rede, apagões, etc.) no processo de fornecimento de energia ao consumidor e consequentemente trazendo significativos prejuízos sociais e financeiros. Essa matriz possui uma característica tipicamente “reativa” ou seja, na ocorrência de uma situação de risco ou de exceção para o consumidor, desenvolve-se a análise da ocorrência e planos de ação para mitigar-se futuras situações similares.

De uma maneira geral, os planos de ação gerados focam-se sempre na ampliação e adoção de alternativas para os processos de distribuição/ transmissão de energia ou para a a sua geração. É claro que, planos de ação para o aumento da geração de energia ou para a sua transmissão/distribuição, são planos que requerem vultosos investimentos de infraestrutura e anos para a sua consecução. Com a evolução dos microprocessadores e das tecnologias aplicadas em comunicação nos últimos anos, está sendo possível mudar-se a matriz de energia de sua característica “reativa” para “preditiva”.

Denominada comumente por “Smart Grid” ou “Matriz de Energia Inteligente”, essa nova matriz, agrega componentes ou equipamentos dos processos de geração e transmissão de energia que são dotados de capacidade de comunicação para transmitir para uma Central de Operações, informações quanto à sua capacidade, utilização, resposta a demandas imediatas, limites de fadiga dos equipamentos e dessa maneira pode-se, prudencialmente, tomar-se as decisões necessárias quanto a necessidade de intervenções de manutenção, substituição de componentes antes de uma situação de não operacionalidade, priorizar o uso de energia em uma situação de exceção e dessa forma reduzir-se significativamente seus impactos na infraestrutura de operação das grandes cidades.

No processo que envolve o consumidor de energia, grandes mudanças estão ocorrendo e é nesse ponto que podemos analisar o consumo de energia dedicado à iluminação. Cerca de 75% da energia elétrica global, é consumida pelas cidades e 25% em áreas rurais. Estimativas dão conta hoje, de que 20% de toda a energia elétrica gerada é usada para a iluminação.

A Iluminação Pública (rodovias, avenidas, ruas, túneis, praças, parques e iluminação de destaque à edifícios e monumentos) responde pelo consumo de cerca de 20 a 30% nas grandes cidades. Novas tecnologias de iluminação, como a iluminação gerada por diodos emissores de luz (LED) também conhecida por iluminação de estado sólido, podem potencialmente economizar mais de 50% de energia para iluminação em geral. Isto pode representar globalmente, economias da ordem de:

  • 555 milhões de toneladas de CO² por ano;
  • 1,5 bilhões de barris de petróleo por ano;
  • 530 usinas de geração de energia de 2TW h/ano.
  • Longa Vida útil: superior a 60.000 hs com perda inferior a 10% em seu fluxo luminoso ao final dessa evolução da tecnologia de iluminação por LEDs tem demonstrado ser o caminho natural para a substituição da tradicional Iluminação Pública. Com grandes vantagens em relação às fontes convencionais de luz (incandescente, halogena, fluorescente e por descarga de gás), os mais recentes avanços na utilização de LEDs para a iluminação apresentam as seguintes características:se período;
  • Mínima manutenção;
  • Alta eficiência energética: economias em energia podem ser superiores a 70%;
  • Permitem uma grande liberdade no desenvolvimento e design de luminárias;
  • Emitem “luz direta”;
  • Quando brancos, possuem alto índice de reprodução de cores, superiores aos índices obtidos pelas lâmpadas tradicionais, melhorando a visibilidade e a segurança;
  • Acendem instantaneamente;
  • São robustos e a prova de vibração;
  • Não emitem raios Ultra Violeta e raios Infra Vermelhos;
  • Não se aquecem demasiadamente, permitindo operação e manutenção segura;
  • Não são agressivos ao meio ambiente (sem mercúrio e sem chumbo);
  • Equipados com difusores e lentes para a dispersão da luz gerada, proporcionam iluminação mais uniforme e com menor ofuscamento;
  • Contribuem significativamente para a redução da poluição luminosa do planeta;
  • Podem ter sua cor alterada dinamicamente;
  • Podem ter seu fluxo luminoso, alterado dinamicamente (“dimerização”).

Dadas essas importantes características e em especial a longa vida útil, superior a 13 anos com pequena depreciação do fluxo luminoso e mínima manutenção, Luminárias Públicas de LEDs, tendem a fazer parte do “mobiliário urbano”.

De que maneira as luminárias que utilizam tecnologia de iluminação por LEDs aplicada à Iluminação Pública se integram em Matrizes de Energia Inteligentes? Os LEDs por serem de tecnologia de estado sólido, gerando fluxo luminoso alimentados por corrente contínua, se integram com facilidade a circuitos dotados de microprocessadores que podem ser programados para receber/transmitir dados ou comandos através de meios de comunicação remota, para controle operacional da luminária equipada com LEDs.

Luminárias para a Iluminação Pública, projetadas e desenvolvidas com essas características de tecnologia embarcadas são denominadas “luminárias inteligentes” já são uma realidade, podendo proporcionar inúmeras funcionalidades e disponibilizar serviços tais como:

  • Monitoramento Remoto: falhas com a luminária podem ser enviadas automaticamente através de vias de comunicação, reduzindo ao mínimo o tempo de resposta para a reparação e reduzindo drasticamente os custos operacionais de manutenção;
  • Gerenciamento efetivo e inteligente do acervo de Iluminação Pública: registra dados e informações referentes às horas de funcionamento, irregularidades na sua operação e assim permite planejar eficientemente procedimentos de manutenção preventiva, evitando-se bloqueios nas vias públicas;
  • Dimerização inteligente: fluxo luminoso gerado pela luminária pode ser totalmente controlado – diminuído em horários de baixo tráfego na via pública ou aumentado em situações que requerem aumento da segurança;
  • Supervisão e segurança: podem ser agregados sensores de presença e/ou câmeras para a captura de imagens estáticas ou em vídeo, receber comandos operacionais para piscar em diversas frequências codificadas, para ações de segurança pública;
  • Disseminação de informações: podem, por exemplo, transmitir informações de alerta de tráfego, de emergência, atrasos ou falhas operacionais em transportes públicos, através de faixas de frequência de telefonia celular;
  • Mensuração inteligente: pode capturar de maneira instantânea ou periódica, informações oriundas de medidores inteligentes: energia elétrica, gás, água, etc., e enviá-las diretamente para a concessionária de serviços, minimizando os custos de captura dessas informações pelos métodos tradicionais;

A comunicação é o ponto central de uma luminária inteligente. A comunicação para permitir as funcionalidades acima descritas, pode ser efetuada por PLC – Power Line Carrier e/ou RF – Rádio Frequência. Comandos, programas e rotinas de operação, podem ser enviados por esses meios de comunicação à microprocessadores embarcados nas luminárias que os armazenam em memórias para a sua operação. Uma visão esquemática de arquitetura básica para a instalação de luminárias públicas inteligentes, pode ser observada na figura 1.

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A integração das redes de Iluminação Pública com luminárias inteligentes telegerenciadas e Medidores Inteligentes de Consumo, possibilita uma enorme gama de oportunidades de serviços sociais urbanos e comerciais. Os Medidores Inteligentes já estão disponíveis em diversos mercados e em múltiplas versões: para coleta de informações de consumo energia elétrica, consumo de água e consumo de gás. Possuem também modelos diferenciados para aplicações em residências, comercio e indústria.

Os Medidores Inteligentes desenvolvidos para mensuração da energia elétrica, podem capturar informações de utilização e consumo em equipamentos dotados de microprocessadores e sensores. Para o ambiente residencial, já estão sendo comercializados no mercado dos EUA, diversos utensílios domésticos tais como, fornos de micro-ondas, máquinas de lavar e de secar roupas, lava-louças, etc., equipados com esses microprocessadores e sensores que os habilitam a enviar dados de sua utilização (tempo de uso, horário de início de operação, horário de termino de operação, consumo de energia elétrica) via rádio frequência em rede wi-fi doméstica ou diretamente ao Medidor Inteligente.

Estima-se que nos EUA até 2015, cerca de 50% de todos os equipamentos eletrônicos residenciais, estejam dotados dessa capacidade. Analogamente, nos ambientes comerciais e industriais, fabricantes de equipamentos de ar condicionado e aquecedores já os estão equipando com microprocessadores e sensores similares.

A Figura 2 demonstra, de forma simplificada, como pode ser a arquitetura de integração de entre a Telegestão da Iluminação Pública e a coleta de informações de Medidores Inteligentes.

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Como pode-se perceber, podemos obter uma grande sinergia na integração da Telegestão da Iluminação Pública e o consumidor de energia. Com a captura dos dados efetuada pelos Medidores Inteligentes e transmitidas via rede de Iluminação Pública tele gerenciada, as concessionárias de serviços, poderão compreender melhor os hábitos e costumes do consumidor de energia e oferecer planos de utilização de energia menos onerosos aos munícipes, comércio e indústria, ao mesmo tempo em que a capacita a eliminar picos de consumo que podem sobrecarregar toda a Matriz de Energia Inteligente.

Esse tipo de integração, proporciona de imediato para as concessionárias, a eliminação dos custos nos processos de captura das informações de medidores tradicionais. Para a administração das cidades, a infraestrutura de telegestão da Iluminação Pública, pode oferecer oportunidades comerciais tornando-se em veículo para o transporte de informações e oferta de serviços.

Concluindo:

  • A transição para a tecnologia de iluminação com luminárias de LED trará significativa melhoria aos padrões de qualidade de iluminação porém, por sí só, não será suficiente para atingir a demanda de elevados níveis globais de economia de energia;
  • Soluções interoperáveis e resilientes, são requeridas para trazer economias significativas em termos de energia, gerenciamento e custos operacionais elevando a um novo nível a sustentabilidade do planeta e o conforto de vida;
  • As cidades devem procurar migrar e integrar os seus serviços públicos em uma arquitetura integrada, ecologicamente correta, de forma a aumentar sua eficiência, economia, qualidade e controle;
  • A Telegestão da Iluminação Pública com luminárias inteligentes, hoje, já pode oferecer oportunidades para aumento dessa eficiência permitindo a integração de uma miríade de serviços, atendendo as demandas sociais e urbanas ao mesmo tempo em que pode contribuir de forma decisiva para a Matriz de Energia Inteligente.

Case de instalação: BR Distribuidora

Nota

Cliente: BR Distribuidora Empreendimento

Posto Big Rio – Lagoa Rodrigo de Freitas
Leblon – RJ

Este estudo mostra o resultado obtido na instalação das luminárias Solaris SOL 72 XD de 164 watts em substituição às luminárias Philips com lâmpada de vapor metálico 400 watts anteriormente existentes. Antes e depois da instalação de luminárias Solaris foram efetuadas as medições dos níveis de iluminância em 10 pontos pré-selecionados com o sistema atual, tendo atingido os seguintes valores médios:

  • com o sistema tradicional: 97 lux
  • com as novas luminárias Solaris: 163 lux
  • aumento de 69% nos níveis de iluminância

Eficiência energética deste estudo

O quadro 1 apresenta um comparativo das quantidades de luminárias e potências instaladas tanto do sistema atual quanto da especificação da i9lux. Foram adotadas 12 horas por dia como regime de utilização para o cálculo de consumo final de energia elétrica de ambos os sistemas.

O quadro 2 mostra estes números. Impacto da sustentabilidade deste estudo 9.540 Kwh/ano de economia representam:

  • Redução da emissão de 4,77 Toneladas de CO²/ano;
  • Preservação de 32 árvores/ano.

Considerações gerais

1.Devem ser avaliadas as perdas anuais de eficiência energética do sistema atual;

2. As luminárias Solaris têm zero% de perda de eficiência luminosa nas 12.000h iniciais (3,5 anos) e menos de 7% em 60.000h (13 anos);

3. Nossas luminárias tem custo zero de manutenção e 5 anos de garantia total;

4. Em termos de custos, além da economia direta do consumo de energia, devem ser levados em conta com a adoção da nova iluminação, os seguintes aspectos:

4.1 Redução drástica dos custos de manutenção devido a:

  • Custos diretos de pessoal de manutenção;
  • Custos de partes: lâmpadas, reatores, ignitores, etc;
  • Impactos de interrupção ou distúrbio operacional no ambiente operacional de atendimento no posto;
  • Riscos operacionais envolvidos nos procedimentos de manutenção;

4.2 Economia gerada pela utilização de fiação de menor bitola;

5. Maior produtividade/conforto gerado pelo acendimento imediato;

6. Maior segurança para clientes e funcionários devido à iluminação de qualidade, com excelente índice de reprodução de cor e melhoria da intensidade luminosa.